Double Life Ecoville!



Pura Sofisticação!

O Double Life Ecoville sem dúvidas marcará época em um dos bairros mais cobiçados no momento em Curitiba!


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Bella Vitta- Minha Casa Minha Vida

 
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Bella Vita

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Metro quadrado tem variação de quase 300% em Curitiba!!! È hora de investir!!

ESTA NA HORA DE INVESTIR!!!!!!!

Uma variação de quase 300% no valor do metro do metro quadrado, área privativa, e de aproximadamente 250% no valor do metro quadrado, área total, de edifícios residenciais situados em diferentes bairros, em Curitiba. Esta foi a principal constatação de uma pesquisa inédita realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) para apurar a valorização do preço dos imóveis na cidade, de janeiro a junho deste ano.

A pesquisa mostrou que o Batel é o bairro com o maior preço de área privativa da capital paranaense, com valor médio de R$ 6,2 mil o metro quadrado, e que o Barreirinha é o com o menor valor do metro quadrado, área privativa, numa média de R$ 2,1 mil. A classificação é a mesma no quesito área total: enquanto no Batel o valor do metro quadrado chega a R$ 3,4 mil, no Barreirinha é de R$ 1,4 mil, em média.
De acordo com o presidente da Ademi-PR, Gustavo Selig, localização, custo de construção e padrão dos empreendimentos são os principais fatores responsáveis por esta diferença. “Hoje, no Batel, se encontram imóveis de luxo, numa região nobre e central, próximos aos melhores shoppings, restaurantes e bairros da cidade. O Barreirinha ainda é uma região em desenvolvimento, geralmente com imóveis econômicos”, compara.
Selig diz também que a escassez de terrenos na região mais valorizada da cidade influencia diretamente o preço de venda dos imóveis. “A quantidade de áreas para construção é menor no Batel. Consequentemente, o preço dos poucos terrenos disponíveis na região é maior do que na Barreirinha e isso tem um reflexo direto no valor de comercialização das unidades”, explica.
Dadas as determinações do zoneamento, os empreendimentos disponíveis no Batel têm área privativa maior, três ou quatro dormitórios, materiais de acabamento nobres, mais vagas de garagem e uma área de recreação menor. No Barreirinha, são mais comuns apartamentos com dois ou três dormitórios, área útil menor e de recreação mais ampla.

Para os próximos anos, o presidente da Ademi-PR prevê uma valorização ainda maior dos imóveis em Curitiba, de 8% a 10% por ano. “O preço do imóvel não vai cair, porque o mercado passou por um período de recuperação do valor do metro quadrado. O preço da construção também subiu muito em relação a terrenos, materiais e mão de obra. Em algumas regiões, se houver excesso de oferta, a valorização poderá atingir patamares menores, mas não terá uma depreciação”, afirma.

Dormitórios – A pesquisa também verificou a diferença do metro quadrado, segundo o número de dormitórios. A maior variação do valor do metro quadrado, área privativa, se dá nos imóveis com um dormitório, totalizando R$ 3 mil de diferença entre o maior e o menor índice. No Bigorrilho, o preço é 25,6% maior do que a média da cidade para o produto. “Havia uma demanda reprimida no bairro, foi lançado apenas um empreendimento e ela foi atendida. Este resultado se trata de uma questão de oportunidade de mercado, mais do que de localização”, conta Selig. A valorização média para este perfil de empreendimento é de +6,5%.

O estudo também constatou um excesso de oferta de empreendimentos de três dormitórios no Xaxim, ante a uma valorização de +19%, em relação à média do mercado (de +6%), para o mesmo produto, no Ecoville. Já no Portão, a valorização dos imóveis com quatro dormitórios acompanhou a média da cidade, contabilizando +8,3%. “No Portão, o valor dos imóveis está ajustado à demanda, embora este não seja o tipo de produto mais lançado e procurado na região. Geralmente, a procura e a quantidade de lançamentos com este perfil é maior no Ecoville e no Batel”, conta Selig.

Os cinco maiores preços de metro quadrado em Curitiba (área privativa)
1º – Batel – R$ 6,2 mil
2º – Cabral – R$ 4,5 mil
3º – Água Verde – R$ 4,4 mil
4º – Seminário – R$ 4,2 mil
5º – Ecoville – R$ 4,2 mil

Os cinco menores preços do metro quadrado em Curitiba (área privativa)
1º – Barreirinha – R$ 2,1 mil
2º – Fazendinha – R$ 2,2 mil
3º – Santa Cândida – R$ 2,3 mil
4º – Cajuru – R$ 2,4 mil
5º – Sítio Cercado – R$ 2,5 mil
Fonte: Staczuk Consultoria – Maria Emília Staczuk – Jornalista

Novidades Minha Casa Minha Vida!

ATENÇÃO PARA OS ESTADOS QUE SOFRERÃO MUDANÇAS
QUALQUER DÚVIDA ESTOU A DISPOSIÇÃO
02/02/2011 14h44 - Atualizado em 02/02/2011 15h09

Financiamento do Minha Casa Minha Vida com FGTS sobe para R$ 170 mil

Esse limite vale para regiões metropolitanas de SP, RJ e DF.
Limite anterior de empréstimo para baixa renda era de R$ 130 mil.


O Ministério do Trabalho informou nesta quarta-feira (2) que o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) decidiu ampliar de R$ 130 mil para até R$ 170 mil o valor para financiamentos imobiliários financiados com recursos do FGTS para população de baixa renda.
A renda familiar máxima para enquadramento nos financiamentos continua em R$ 4,9 mil mensais para regiões metropolitanas e municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, e R$ 3,9 mil para as demais regiões do país, informou o governo.
De acordo com o Ministério do Trabalho, o novo teto de R$ 170 mil atenderá às regiões metropolitanas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Os moradores das demais capitais e de municípios com mais de um milhão de habitantes poderão financiar até R$ 150 mil, informou o governo. Para os municípios com mais de 250 mil habitantes ou inseridos em Regiões metropolitanas, o teto será de R$ 130 mil; em municípios com mais de 50 mil habitantes o teto é de R$ 100 mil; e R$ 80 mil para as demais cidades do país.
O ministro do Trabalho e Emprego e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, afirmou que a medida traz "equivalência" aos valores praticados no mercado imobiliário e visa "cobrir o déficit na habitação popular". "Desde 2007 não havia reajuste desses valores. No Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, os imóveis têm valores bem mais altos do que a média nacional", disse Lupi.
As operações de financiamento na área habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano, mais a variação da Taxa Referencial (TR) - que pode chegar a 5% com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.
O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, lembrou o Ministério do Trabalho, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos. A resolução do Conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores, acrescentou o governo.